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Perguntas Frequentes

Muita gente nunca pensou em visitar a Roménia, seguramente por falta de conhecimento sobre o país. A Roménia é um dos países mais enigmáticos do Leste Europeu, cercado por lendas e muito mistério. A cultura forte desse povo pode ser notada nas suas construções históricas pelas cidades, e as suas tradições folclóricas podem ser vistas nas cerâmicas, na dança e no bordado, e até mesmo no “cemitério feliz”, o Merry Cemetery de Săpânța, com lápides decoradas com poemas e até mesmo piadas.

Visto

Muitos países além dos que fazem parte da Comunidade Europeia não precisam de visto para entrar na Roménia. À chegada, recebe um carimbo que permite visitar o país como turista por até 90 dias. Mas os passaportes precisam de ter, pelo menos, seis meses de validade na data de ingresso. Para evitar problemas, tenha em mãos comprovativos do seguro de viagem e da passagem de volta.

Moeda da Roménia

A moeda oficial é o leu ou lei (no plural). O valor de um leu é quase o mesmo do valor de R$ 1. Os centavos são chamados de bani e os preços costumam ser indicados com RON. Mesmo fazendo parte da União Europeia, ainda não adotaram o Euro como moeda, como em muitos outros países do leste europeu. Como ainda está fora da zona euro, a Roménia é uma opção de destino muito mais barata do que a Europa Ocidental.

Qual é o idioma que se fala na Roménia?

A língua oficial da Roménia é o romeno, que é um idioma de origem latina e, por isso, tem algumas palavras muito semelhantes às do português e do italiano. Para quem tem facilidade em aprender e falar novos idiomas, não será difícil compreender o que dizem os locais, pelo menos captar a ideia da conversa. Algumas pessoas confundem o romeno com o romani, que é o idioma cigano. Esses dois idiomas são completamente diferentes. Para quem não domina o romeno, é bom ficar atento, pois o inglês não é muito falado no país. A segunda língua do país é o francês. Mas com a população com mais de 40 só é possível comunicar em romeno ou na linguagem dos sinais.

A Roménia é um país perigoso?

A questão da violência preocupa muita gente na hora de escolher os destinos que vai visitar. A Roménia não está entre os países mais desenvolvidos da Europa, mas também não circula na lista dos mais perigosos. Crimes violentos não são muito comuns em zonas turísticas, como o centro de Bucareste ou Sibiu e Brașov, na Transilvânia. Mas é bom ficar atento aos carteiristas que circulam à procura de presas mais desavisadas e distraídas.

Qual é a comida típica da Roménia

A culinária local é muito rica e diversificada, com pratos que foram herdados dos povos turcos, romanos, gregos e búlgaros. como a moussaka – feita com carne de carneiro, beringelas e tomate, condimentos, azeite, cebola, ervas e pimenta. A gastronomia tradicional do país deve agradar aos paladares de muita gente, já que não leva nada muito exótico. Conheça alguns dos pratos típicos da culinária romena:

  • Mămăligă: é como uma polenta e costuma ser servida como entrada ou acompanhamento.
  • Mici: um croquete de carne muito popular por ali, lembra muito o kafta árabe.
  • Ciorba: os romenos adoram comer sopas como entrada nas refeições, até mesmo no verão.
  • Kurtos: bem comum na região da Transilvânia, é um pãozinho doce com forma cilíndrica que costuma ser servido polvilhado com açúcar e/ou canela.

Como se locomover de uma cidade a outra

Assim como na maioria dos países europeus, na Roménia o transporte ferroviário também funciona. Existem comboios que ligam as principais cidades e atrações da Roménia. Você pode fazer, por exemplo, o trecho Bicareste – Sinaia (Castelo de Peles) – Brasov – Sighisoara – Sibiu de comboio. Mas os comboios não são os mais modernos. Por isso, são mais lentos e conexões são quase sempre necessárias. Para ir de um ponto ao outro também é possível considerar o aluguer de um carro. É uma maneira mais rápida de se deslocar e de conhecer o país, com a vantagem de poder desfrutar de atrações adicionais, como a estrada Transfagarasan, por exemplo.

Como se locomover em Bucareste

Conduzir em capitais é sempre uma loucura, então em Bucareste é simplesmente insano. Por isso, é aconselhável usar o transporte público. Sair da cidade depois de ter alugado o carro pode ser um pequeno tormento. Se a opção for usar o serviço de táxis, fique atento. Eles costumar dar o velho golpe em turistas e dar a volta à cidade toda para lhe deixar na próxima esquina. Como a cidade não é lá muito grande, caminhar pelas ruas a pé também pode ser uma boa opção.

Qual a melhor época para visitar a Romênia

Se os seus planos não forem esquiar, evite visitar o país entre os meses mais frios do ano, de novembro a março. Nessa época, neva muito, e as estradas geralmente são interrompidas. É muito difícil caminhar pelas ruas sem congelar. Como em todos os países que sofrem com os invernos rigorosos, a Roménia muda completamente quando o sol e o calor chegam. Com gente na rua, música e bares por todos os lados. Bucareste faz bastante calor durante o verão, já na Transilvânia a temperatura é mais amena e muito agradável durante essa época.

A Transilvânia e o conde Drácula

O conde que inspirou o vampiro mais famoso de todos e que ganhou fama nos cinemas é romeno. Vlad III Dracul era um conde que defendeu o território romeno contra a invasão do Império Otomano no século XV, mas acabou perdendo a guerra e os otomanos tomaram o local. Não se sabe ao certo se o conde realmente se interessava pelo sangue de outras pessoas, como o vampiro do cinema, mas ele era cruel o bastante para ser temido por milhares de pessoas. O Castelo de Bran, morada do antigo conde, virou ponto turístico depois do filme de Bram Stoker e transformou a Roménia e a Transilvânia no país dos vampiros.